Sara Matos

Norma Eliete - Como foi deixar a família nos Estados Unidos e vir morar no Brasil.
Sarah Matos – Parei de trabalhar no Hospital por um ano antes de vir para o Brasil, e fiquei preparando e convivendo mais com os meus pais para poder deixá-los. Sendo a caçula, foi difícil, mas conseguir.

NE – O que sentiu ao receber o pedido de casamento por um médico jovem brasileiro?
SM – sendo a primeira pessoa da família a casar-se com um estrangeiro foi emocionante e difícil ao mesmo tempo, sabia que seria uma grande decisão e o amor falou mais alto.

NE – Como foi à mãe Sarah Matos?
SM – Fui uma mãe dedicada e tive o cuidado de ensinar aos meus filhos a seguir o caminho que o Senhor nos ensinou.

NE – Desenvolveu um trabalho belíssimo na Santa Casa e no Hospital São Geraldo, como sente hoje sabendo que fundou o primeiro Banco de Sangue de Vitória da Conquista?
SM –  Me sinto honrada em ter participado deste projeto e feito um trabalho filantrópico dando o meu tempo e conhecimento.

NE – De seus filhos quais os que seguiram a carreira de medicina?
SM – Na área de medicina foi Sandra Matos e meus dois netos Daniel e David Matos.
 
NE – Exerceu a presidência do Clube da Amizade por duas vezes. Como desenvolveu este trabalho filantrópico?
SM – Na minha gestão concluímos a obra do prédio e mantivemos a manutenção do Clube da Amizade, servindo a comunidade e trazendo benefícios as obras sociais promovidas pelo clube da amizade em Conquista.

NE – Sabemos da sua dedicação na  Igreja Batista Boa Vista. Como
foi o tempo que serviu à Cristo junto ao seu amado Dr.  Esaú Matos?
SM – Fomos membros da Primeira Igreja Batista Bíblica por 10 anos e resolvemos ajudar a congregação Boa Vista da Segunda Igreja Batista, mais tarde tornando – se Igreja Batista Boa Vista, desenvolvemos um trabalho de evangelismo e de grande dedicação a obra do Senhor. 

NE - O que Sarah Matos mudaria na sua história?
SM – Fui muito feliz ao lado do meu amado (Esaú Matos) e sou muito amada pelos meus filhos e netos.

NE – O que D. Sarah faria diferente, se chegasse em Conquista hoje?
SM – Continuaria trabalhando na mesma área e fazendo trabalhos filantrópicos, pois sinto necessidade de ajudar pessoas carentes. Até hoje costuro (nas horas vagas) roupas para crianças no propósito de ajudar as creches e casas de apoio, juntamente, com as companheiras do Clube da Amizade.



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